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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Talk about my generation

Bem, quando se chega a casa dos 20 você acaba passando por uma série de questionamentos, você não é mais tão jovem e malandrão quanto queria, mas também sua maturidade ainda não alcançou o nível certo para sua opinião ser devidamente respeitada. Pois bem, ai você começa a analisar os hábitos da galera mais jovem que a sua e descobre que o que você tanto custava entender quando aquela sua tia falava de geração, está se transformando bem diante dos seus olhos, e os hábitos, a forma com que a informação transita entre a chamada galera teen, já não estão nada parecidos com os seus.
Se por um lado, você acaba se sentindo um pouco velho, diante daquela moçada, em contrapartida coisas muito, mas muito agradáveis e novas começam a lhe acontecer. O formatura da faculdade para alguns, o início de um planejamento de carreira para outros, e quem nessa faixa etária, não tem aquele amigo que já foi ou será agraciado pela dom da paternidade. Pois bem, e é exatamente sobre isso que eu gostaria de falar nesse post, já que estamos no mês dos pais, não poderia ter oportunidade melhor (ou poderia?).
É fato, que a partir do momento em que o sujeito se torna pai, seja essa paternidade planejada ou não, o ideal é vestir a camisa e dedicar uma boa parte do seu tempo ao seu pimpolho ou pimpolha, certo?
Agora você deve estar perguntando "Mas que diabos eu estou lendo sobre paternidade, em um blog de música, escrito por alguém que não é pai. O que isso tem a ver com música?". E eu respondo, tem TUDO A VER.
Nesses últimos anos, o mercado musical entrou em colapso sim. Aquele velho papo de internet matando as gravadoras já é um fato mais do que concreto, já as gravadoras acuadas voaram de garras e dentes pra cima do lucro certeiro, o famoso som do povão. O que tem me chamado atenção ultimamente, é uma 535672_312208478859855_1993753980_npequena reação diante de todo esse cenário atual, que mais parece os parques industriais da Europa durante o pós Segunda Guerra. Vejo que muitos pais tem se preocupado além da educação padrão de seus filhos, e o fazem com música. Tá certo que isso não é novidade alguma, mas vale ressaltar o quão importante é isso. Quando eu era criança, nunca fui trancado em um quarto e obrigado a escutar música clássica por 8 horas seguidas, nem nada do tipo. Mas sempre estava rodeado de música boa, de qualidade, isso acabou contribuindo para a minha formação musical. Confesso que durante a adolescência ouvi muita porcaria, mas foi justamente essa bagagem que eu já carregava, que fez com que isso fosse uma fase. Tenho dois sobrinhos, Luis Paulo e Vinícius (foto), e sempre fiz questão de coloca-los nesse ambiente de música boa. Deixo aqui um exemplo muito bacana, que foi o que acabou me inspirando pra fazer esse post. Trata-se do blog de Guilherme Grings, filho de um amigo blogueiro, Márcio Grings
Fica aqui um pouco do trabalho da banda Jack of Hearts do Márcio Grings, que tem irá um disco de estréia ainda esse ano:






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